1. Ir para Menu
  2. Ir para o Conteúdo
  3. Ir para o Rodapé

Pós-Graduação em Engenharia Agrícola

Interiorização de centros de pesquisa e formação de recursos humanos de excelência

Vale do São Francisco


O Vale do São Francisco é a região que margeia o rio São Francisco nos estados de Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. É uma área fértil e que tem recebido diversos investimentos em irrigação federal e governamental. Tornou-se um importante produtor de frutas e hortaliças.

A sub-região que mais se desenvolve é aquela compreendida pelas cidades de Juazeiro (Bahia) e Petrolina (Pernambuco), que se tornou o maior conglomerado urbano do Semiárido. Sua produção é quase completamente exportada através do aeroporto de Petrolina e do porto de Suape, ambos em Pernambuco.

vale do são francisco



Semiárido Brasileiro


A região semiárida ocupa uma área de 982.563 km², estendendo-se desde o litoral norte, no Ceará e no Rio Grande do Norte, até o norte de Minas Gerais, incluindo os estados da Paraíba, Pernambuco, Piauí, Bahia, Alagoas e Sergipe.

O regime pluviométrico da região apresenta duas estações bem distintas: a chuvosa, com duração de 3 a 5 meses, e a seca, com duração de 7 a 9 meses. Tais condições, dentre outras, determinam o sucesso da atividade agropecuária, sobretudo a caprinovinocultura. Historicamente na região ocorreram grandes secas ou grandes cheias a cada 100 anos, dos quais aproximadamente 20 anos são de seca.

O Bioma Caatinga é o ecossistema predominante na região semiárida, com uma vegetação composta, principalmente, por arbustos e arvoredos, abrigando espécies com grande valor científico e econômico, como umbuzeiro, mororó, aroeira, baraúna, umburana, maniçoba e faveleira. Em comum, essas espécies são caracterizadas pela rusticidade e tolerância à salinidade, ao estresse hídrico e às altas temperaturas. A maior parte das plantas da Caatinga apresenta mecanismos adaptativos, como folhas transformadas em espinhos, cutículas altamente impermeáveis, caules suculentos, queda das folhas na estação seca para reduzir perda de água e a presença de sistemas radiculares bem desenvolvidos para o aumento da capacidade de absorção da água do solo.